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Numa era de paradoxos e descrepâncias, o desporto rei representa a perfeita loucura entre o patamar do céu em contraponto com a quimera da luta diária do comum mortal. No meio de vedetismos egocêntricos e atitude pouco profissionais - morais - existem nomes que se destacam pelo seu profissionalismo, carisma, raça e força. Rui Costa e Luis Figo habituaram-nos a um grau de procura de excelência elevado, em que a paixão também tem lugar. Num futuro próximo serão figuras de topo também fora dos relvados na estrutura dirigente da bola versão mundial e sem fronteiras. Um recado aos maus dirigentes - não só portugueses - que giram á volta do desporto rei; o caminho a seguir tem, inevitavelmente, que premiar o profissionalismo e o rigor e não a banalidade estética, qual tábua rasa de conteúdo prático.
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