segunda-feira, março 23, 2026
Das verdades...verdadeiras...
terça-feira, março 17, 2026
Falta de Noção (e de humanidade)
Basta ver a disposição do "xadrez de voto" na assembleia da república para intuirmos na praxis real de que vivemos um período de percepções que por vezes nos deixam aterrados.
Como socialista moderado e humanista convicto confesso a minha profunda desilusão com a abstenção do meu partido base.
Paulo Correia in LinkedIn (primeira versão) em modo sobressalto cívico.
Original via Público
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sexta-feira, fevereiro 06, 2026
Acerca de tempestades e Politicos "aventuristas"
Ou como por estas e outras razões, as eleições presidenciais de 8 fevereiro assumem o papel de decidirmos se continuamos ( com todas as imperfeições inerentes) num regime republicano e democrático ou se queremos "aventurismos" rumo ao abismo.
Notícia original via Observador
Democracia e República
Paulo Correia em modo "alerta democrático" em apoio a António José Seguro
quarta-feira, fevereiro 03, 2021
"Até que as Urnas nos Separem" (parte I)
Optei por fazer um compasso de espera para destilar mais a frio algumas linhas soltas (mas ponderadas) acerca das presidenciais made in 2021 (com selo covid) em Portugal.
A par da vitória mais que esperada do "candidato de todos" (tantas foram as colagens ao sucesso de Marcelo...) o fenómeno preocupante centra se na direita extrema e populista que ás costas de Ventura galga meio milhão de votos e ameaça a práxis democrática, dando azo a uma direita oca e de extremos bem perigosos e demagogos.
Por mais que possamos analisar a derrota comunista e bloquista, o segundo lugar de Ana Gomes (saberá aproveitar o seu score no futuro próximo?), e as votações interessantes do candidato da iniciativa liberal e até de Tino de Rans (mais de cem mil votos...); tudo resvala de como foi possível um candidato oco, demagogo e alicerçado em fontes de financiamento no mínimo duvidosas, ter ganhado terreno no campo democrático.
Das duas uma: Ou estamos a assistir a um voto de protesto desesperado em que o medo, raiva e afins triunfaram e desmontaram a total deserção do sistema politico vigente que não responde ás expectativas geradas (esperadas) ou estamos num pais que algum fascismo encoberto durante décadas afiou as facas longas e ganhou coragem para finalmente ter um partido que corporizasse a sua forma redutora e radical de encarar o modus vivendi individual e colectivo.
Gostava como democrata e filho da democracia de Abril que fosse apenas o desespero a resposta para esta radicalização, mas temo que a resposta seja bem mais vasta e preocupante...retomarei o tema brevemente...






